quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
domingo, 30 de dezembro de 2012
Seleção de Domingo: Retrospectiva aleatória de 2012
Minha música preferida do momento:
Cantei na beira da piscina na véspera de natal:
Voltando a falar sério. Tema de viagem para Paris:
Musica que cantei com cara de poderosa na frente do espelho:
Musica que embalou muitas ondas de choro sozinha no quarto, no carro, no banho de chuveiro, no último banco do ônibus...
FODÁSTICA:
Perdi a linha, por aí vai... As músicas nunca acabam, os anos sim.
E que venham as novas músicas para embalar nossas vidas.
Até 2013! Feliz Ano Novo!
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
A entropia dos sentimentos
“Sometimes I’m terrified of my heart;
of its constant hunger for whatever it is it wants.
The way it stops and starts.”
Edgar Allan Poe
Se eu soubesse a receita para esquecer eu esqueceria de tudo. Se eu pudesse segurar o sentimento com as duas mãos e arrancar do meu peito eu o faria com toda a força do meu corpo. Se, simplesmente se... Só que as coisas não são simples assim. E agora chegou o momento que eu mais temia, eu tive que cumprir uma promessa que eu fiz para mim mesma: Nunca mais mentir. Eu me cansei do baile de máscaras, de fingir ser quem eu não sou, de fingir que não me importo, que eu não sinto nada... Eu sinto, como eu sinto, eu sinto muito... sinto muito por sentir. Sinto que o meu mundo se despedaçou, eu queria poder explicar, mas não há explicação. A culpa foi minha por nunca ter dito nada. Uma vez que as palavras foram ditas, não há mais volta, as coisas nunca mais serão como antes. Meu coração está partido mais uma vez. Temo perder mais pessoas que amo. Dramática, eu sei, mas é assim que eu sinto. Você não precisa concordar comigo, basta tentar compreender. Até breve, assim espero.
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
Versinho da estrada
aaMeu estômago se revolta
aaaatoda vez que você volta
aaaaaanuma palavra, num gesto
aaaaaaaana hipocrisia de cada dia
aaaaaaaaaacom o aroma do perfume
aaaaaaaaaaaada pele ou só da fumaça
aaaaaaaaaaaaaade um cigarro que passa
aaaaaaaaaaaaaaaamalditos sejam os sentidos
aaaaaaaaaaaaaaaaaaas ilusões, as lembranças
aaaaaaaaaaaaaaaaaaaae a mais vagabunda ironia
aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaque me faz lembrar de ti
aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaapor causa de uma placa
aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaanessa desgraçada estrada
aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaperdida no meio do nada.
aaaatoda vez que você volta
aaaaaanuma palavra, num gesto
aaaaaaaana hipocrisia de cada dia
aaaaaaaaaacom o aroma do perfume
aaaaaaaaaaaada pele ou só da fumaça
aaaaaaaaaaaaaade um cigarro que passa
aaaaaaaaaaaaaaaamalditos sejam os sentidos
aaaaaaaaaaaaaaaaaaas ilusões, as lembranças
aaaaaaaaaaaaaaaaaaaae a mais vagabunda ironia
aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaque me faz lembrar de ti
aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaapor causa de uma placa
aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaanessa desgraçada estrada
aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaperdida no meio do nada.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Confissão
Eu só queria poder olhar nos teus olhos e dizer...
...que eu ainda espero pelo instante da sua chegada.
Eu confesso, eu ainda espero... Apesar dos pesares.
domingo, 2 de dezembro de 2012
think outside the box
Eu não ando me sentindo muito bem, simplesmente não sinto. Blasé, sabe como é? Será que você sabe mesmo? Eu me sinto como o gato de Schrödinger. Será que algum dia alguém pensou nos sentimentos do gato? Bem, eu acho que ele não sente muita coisa, estar vivo e morto ao mesmo tempo é algo paralisante. Eu me sinto assim, paralisada, presa dentro de mim mesma. Só saindo de dentro da caixa é que a gente vai descobrir a verdade. Mas, o que é verdade? Eu (quase) nunca deixo transparecer a minha. Eu tenho medo. Eu não sei medir verdades, mentiras. Eu me perco, eu me distancio de mim mesma, de tudo. Eu tento ser diferente. Como eu tento! Mas no fim, a gente tem que ser quem a gente é. E se possível, rir de tudo isso. Pelo menos a ironia me faz rir. E como!
terça-feira, 27 de novembro de 2012
(suspensa)mentos
A vida te molda, mas o que te define são as escolhas que você faz. Mas como disse V. Klamt: "já não cabem os desejos nesta pele". Há momentos em que a única escolha é não escolher. Simplesmente... Restar.
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| Foto por Margaret Durow |
Mas, e se eu te pedir que reste perto de mim? Basta ficar perto. Até o silêncio me basta, desde que seja próximo.
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